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BRASIL, Homem, de 26 a 35 anos, Bhutani, Corsican, Sexo, Sexo



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Jornalismo e atualidades


O doce veneno da “Surfistinha”.

            Bruna Surfistinha, que na verdade se chama Raquel Pacheco, é a mais famosa garota de programa da atualidade. A jovem conseguiu chegar mais longe (e muito mais longe) do que sonhava chegar quando decidiu ser uma, digamos, puta de luxo. Contrariando todas as expectativas mais pessimistas das colegas de “vida fácil”, a nem tão fácil vida de Raquel Pacheco, 21 anos, se tornou blog (Como esse aqui), livro (Doce veneno do escorpião), ou melhor, best seller, provavelmente um filme estrelado pela cultuada Mel Lisboa (Ela é a mais cotada para o papel, será porque fez algo parecido quando interpretou Anita?), e por fim, uma matéria no The New York Times, sim, o mais importante jornal do mundo.

 

 

Quem escreveu a matéria foi o polêmico Larry Rother, o mesmo que há alguns anos atrás fez a tal reportagem polêmica, para o mesmo jornal, que sugeria que o Lula era um cachaceiro - objetivamente falando. O fato que a personagem em questão, agora, é uma filha adotiva de uma família de classe média paulista, que em crise existencial resolveu quebrar paradigmas e se tornar uma prostituta. Ela não é uma santa, e como ela, muitas jovens brasileiras, na fase crítica de suas vidas, seja na adolescência ou logo após a esta, fazem o mesmo, mas nem todas decidem seguir pelo mesmo caminho que nossa “Surfistinha”.

A matéria do “The New York Times” deixa claro o empate da sociedade: de um lado o desejo de transgressão sexual e do outro, um severo moralismo. Ora, nada mais normal. A sociedade brasileira é sim, uma mistura de extremos. De um lado ao outro, as pessoas pensam e agem de maneiras contraditórias. O fascínio pelas prostitutas vai além do que o “New York Times” possa imaginar. Desde os tempos de Dona Beija, uma cortesã que se tornou mito nas Minas Gerais, passando por Hilda Furacão, célebre personagem da literatura do século passado que ainda hoje desperta o interesse das pessoas em saber se existiu ou não, na vida real. Nós estamos acostumados a nos interessar pelas “putas” e fazemos disso, debates acalorados, muitas vezes, sobre a moralidade existente em nós, contrapondo-a com a nossa necessidade de extrapolar barreiras no que diz respeito a nossa “liberdade de expressão”.

Bruna Surfistinha é só mais uma personagem brasileira que faz sucesso dentro desse universo repleto de “mitos” modernos. Ela criou em si, um ambiente de fantasia sexual, liberdade de expressão, sensualidade e ousadia, nada mais que isso. Isso pára por aqui. Mas a Raquel Pacheco é apenas mais uma garota “esperta” que aproveitou seus 15 minutos de fama. Não acredito que tenha algo a mais para dizer, e sinceramente, não agüento mais ela falar do namorado que conheceu, “enquanto cliente”, e que se apaixonou pelo papo que tiveram ao longo dos nove encontros que tiveram até assumirem o romance.

Enfim, acredito que não há mais o que se inventar. Bruna Surfistinha não é exemplo de escritora bem sucedida, não é uma garota que mereça mais do que uma ou duas perguntas em um programa (sério) de TV e, portanto, precisa decidir que caminho quer seguir, e nós, pessoas comuns, ter discernimento para não embarcar em mais este exemplo negativo de como “se dar bem na vida”.

É a minha opinião.



Escrito por Marcinho às 10h48
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Porque eu não gosto da Suzane Richthofen ?

Pode parecer óbvio pelo simples fato dela ter “ajudado” a matar os pais, mas não é só por isso. A cada dia ficamos sabendo de outras “Suzanes” que surgem por ai aos montes. Parece que virou moda esquartejar os pais por conta de alguma negativa destes com relação aos objetivos dos filhos.

 

 

Fato ou azar, o que mais intriga é saber que aquilo ali, tem sim, uma parcela de culpa dos pais . Ora, se não fosse pela educação permissiva que deram à filha loirinha - sem graça, talvez isso tudo não tivesse acontecido. Eu disse talvez.

O namoradinho dela, o tal Cravinhos, de interessante não tem nada. Feio, sem graça e vamos e venhamos, há muitos rapazes mais  interessantes em São Paulo que aquele dublê de “Zé Pequeno” paulistano. Mas ela o namorou, e com ele, arquitetou tamanha façanha "mega-mórbida urbana" (Que expressão é essa, Márcio?).

Acreditar que Suzane é ruim por uma questão biológica, não é resposta para às atrocidades que cometeu desde que se tornou personagem conhecida em todo o Brasil. Aquele episódio da entrevista para o Fantástico, foi no mínimo, mais uma prova que há algo de errado no reino encantado do Brasil. Já me basta saber que a CPI terminou em porra nenhuma. Então vem mais essa da Suzane e seu sorriso torto-amarelo que me assusta, ao mesmo tempo em que me ofende, finge aquilo tudo, e ainda por cima, as pessoas criticam o programa por ter exibido a entrevista? faça-me o favor!

Mas se fosse só ela...

 

 

Gil Rugai (foto), o publicitário, também paulista, que é acusado de matar o pai e a madrasta, teria feito porque o pai descobriu que o filho, que trabalhava com ele, havia usado alguns milhares de reais em seu próprio favorecimento, sem o consentimento do pai. É assustador, cada vez mais é comum saber de filhos de classes sociais privilegiadas que fazem coisas deste tipo.

A Hebe Camargo gritou ferozmente em seu programa semanal palavras “doces” chamando a Hickthofen de bandida, assassina. Não que eu acredite que a Hebe esteja certa ou errada, mas o País ainda se surpreende com casos como este, em que a nossa justiça cega, surda e muda, solta a Suzane e em que juízes também se envolvem em corrupção. Lembra do “Lalau”?

Triste fim para Suzane Richthofen, menina rica e bem criada que como seu nome esquisito, tem atitudes muito mais esquisitas e igualmente assustadoras.

O que seria, então, o casamento dela com o Gil Rugai, aquele publicitário?

Deus me livre, tomara que eles não se conheçam...

E por falar em casal, Carla Perez e Xanddy reataram... (risos)



Escrito por Marcinho às 13h26
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